E3 2018: A volta de Zone of the Enders

E3

Primeiro devemos nitidamente relembrar sobre o Zone of the Enders, criado pelo Kojima, lançado para o PS2. O jogo era um hack and slash de tiro em terceira pessoa em que o jogador controlava Leo Steanbuck, uma criança que se torna o piloto do mecha avançado, ou Frame, conhecido como Jehuty. Jehuty. Leo usa Jehuty para atravessar diferentes áreas de uma colônia espacial em órbita de Júpiter ao atacar Orbital Frames usando suas armas avançadas. Além disso, o jogador recebe opções para primeiro tomar diferentes áreas para lutar, a fim de evitar a linearidade. A fim de restaurar a saúde de Jeuty, um item conhecido como Metatron Ore pode ser encontrado e usado em todas as áreas.

Em alguns estágios da história, há também o objetivo de minimizar os danos a edifícios próximos e civis, incentivando o combate mais estratégico. Esses estágios são coloquialmente chamados de “Missões SOS”, e recebem uma classificação de E a A, dependendo de quantos edifícios e civis foram destruídos ou poupados. Obter uma classificação A em todas essas missões desencadeia uma sequência final alternativa e, embora não haja penalidade direta por não proteger alguns cidadãos ou edifícios, obter uma classificação E em todas as missões SOS encerrará o jogo prematuramente com um final ruim.

Na batalha, Jehuty bloqueia um único inimigo e é capaz de realizar manobras avançadas, como agarrar e arremessar inimigos, posicionar um escudo de energia e usar jatos para se mover rapidamente e evitar ataques inimigos. É equipado com uma espada de energia, um projétil de energia e várias sub-armas. Conforme o jogador progride, o arsenal de Jehuty cresce e suas habilidades se expandem ao obter programas ao lado de seus respectivos códigos. [2] Toda vez que Jeuty derrota um inimigo, ele ganha experiência; depois de ganhar uma quantidade determinada de experiência, aumenta de nível, melhorando a maioria de suas qualidades.

Após a conclusão do jogo, um Versus Mode é desbloqueado. O jogador pode usá-lo para competir com os robôs de inteligência artificial (AI) ou outro jogador enquanto controla dois quadros.

Acontece, que o jogo desse ano é um Remaster do clássico, e além de manter as mesmas mecânicas, o jogo também foi implementado para VR.

A experiência em VR realmente é estonteante, no sentido literal e não-literal da palavra, porque pra onde você olha, já tem lá inimigos a espreita, te fazendo seguir. E realmente, eles te cercam, então a chance de ter inimigos te atacando por trás do cock pit é muito grande. A experiência em VR nos coloca realmente dentro do cock-pit do nosso Mecha, o que é realmente algo imersivo, já que ver o VR em terceira pessoa do Mecha não seria mesmo algo a ser explorado, porém ser um dos pilotos do mecha realmente torna mais viva a batalha e mais imersiva do ponto de vista do gameplay.

 

 
Matheus Bigogno

Estudante do curso superior de Jogos Digitais. Começou como estudante de Ciência da Computação, mas sempre soube que sua vida iria envolver jogos de alguma forma. Amante de quadrinhos, principalmente a linha da Vertigo, seriados, e filmes. Ama a cultura pop, nerd, e geek. Fã de um bom Rock Progressivo, ama bandas como Pink Floyd, Genesis, Rush e Jethro Tull. Escreve em blogs desde 2010, sempre gostou do formato e de tudo que envolve essa arte. Gosta de escrever sobre tudo: a vida, o Universo e tudo mais.