Análise: Far Cry 5

Análise

Um lançamento muito aguardado do ano, trazemos agora nossa análise sobre: Far Cry 5, um dos mais intrigantes da saga.

O jogo é ambientado na fictícia Hope County, Montana, Estados Unidos, onde um pregador cristão chamado Joseph Seed alcançou proeminência. Seed acredita que ele foi escolhido para proteger o povo de Hope County de um “colapso inevitável” e estabeleceu uma congregação chamada Projeto do Portão do Éden. Ostensivamente, isto é para cumprir sua missão de levar o povo à salvação; na realidade, Seed é um pregador radical e o Portão do Éden é um culto apocalíptico militarista. Sob seu governo, o Portão usou tanto a coerção como a violência para converter à força os residentes de Hope County e a intimidação para impedi-los de entrar em contato com o mundo exterior em busca de ajuda. Quando uma tentativa de prender Joseph termina com a morte de vários homens da lei, o jogador é arrastado para o conflito armado entre o Portão do Éden e os residentes restantes de Hope County, que estão se organizando em um movimento de resistência.

O jogador assume o papel de um ajudante de xerife que faz parte da força-tarefa enviada à Hope County para prender Seed. Joseph assumiu o título de “O Pai” e mantém o controle sobre Hope County com a ajuda de seus irmãos, conhecidos como “Os Arautos”: Jacob, um ex-oficial militar que supervisiona seus soldados armados; John, um advogado que foi capaz de adquirir grande parte das terras de Hope County para o Portão do Éden; e Faith, que age como uma pacifista para levar as pessoas a acreditar e confiar em seu irmão mais velho.[9] Os residentes de Hope County, que se opõem à Seed, incluem um elenco de personagens que se juntam à luta com motivos que vão do altruísmo à vingança, lucro e tédio.

Quem me conhece sabe que FPS nunca foi meu tipo de mecânica preferida até eu jogar Bioshock e Far Cry 3, então, pode-se dizer que Far Cry tem um grande peso na minha vida. Não seria muito diferente sobre Far Cry 5. O que o torna exatamente membro de sua franquia é a grande imersão que o jogo em si faz, não só com personagens carismáticos, mas em como a primeira pessoa em si nos envolve em tudo, desde andar de carro até invadir um posto.

A Ubisoft nos brinda novamente com um vilão sensacional, com uma história de background macabra. Mais um pra lista dos que amamos odiar.

No saldo, Far Cry 5 continua seguindo uma boa linha de pensamento, e tomara que a Ubisoft continue fazendo jogos da franquia com essa qualidade toda, além de uma gama de conteúdos internos do jogo.

Matheus Bigogno

Estudante do curso superior de Jogos Digitais. Começou como estudante de Ciência da Computação, mas sempre soube que sua vida iria envolver jogos de alguma forma. Amante de quadrinhos, principalmente a linha da Vertigo, seriados, e filmes. Ama a cultura pop, nerd, e geek. Fã de um bom Rock Progressivo, ama bandas como Pink Floyd, Genesis, Rush e Jethro Tull. Escreve em blogs desde 2010, sempre gostou do formato e de tudo que envolve essa arte. Gosta de escrever sobre tudo: a vida, o Universo e tudo mais.