Vingadores: Guerra Infinita – a história por trás de Thanos

Análise

É um pouco difícil fazer uma análise desse filme dos Vingadores sem contar muitos spoilers, por isso achei melhor que seria mais interessante que eu fizesse uma apresentação de quem é o Thanos e o que ele representa não só para o universo dos quadrinhos, mas o que ficou, como um dos vilões da Marvel que mais foram bem consolidados no MCU.

Thanos, assim como todo vilão que se preze nos dias de hoje, possui um passado próspero, porém algo aconteceu.

A lua Titã era governada por Mentor (A’Lars), quando então reinava paz e tecnologia. Mentor tinha dois filhos: Eros e Thanos. O primeiro tinha o poder de estimular os centros de prazer de seres vivos sencientes. O outro, entretanto, era bem mais poderoso e almejava ainda mais.

Assim, Thanos se voltou contra seu pai e contra o reino, forçando Mentor a procurar seu pai, Kronos. Kronos criou Drax, o Destruidor, para que ele eliminasse Thanos. Mas o Destruidor falhou e se rendeu a Thanos de modo que este conseguiu conquistar o trono de Titã. Em seguida, partiu pela Via Láctea, com o intuito de apoderar-se do Cubo Cósmico, um objeto que satisfaz quaisquer desejos de seu possuidor. Amando a Senhora Morte mais do que todas as coisas, o vilão planejava destruir o Universo (genocídio estelar).

Não podemos falar de Thanos sem falar de Adam Warlock. Adam partiria para o espaço, até se deparar com o maior desafio de sua vida: Magus. Ele era, na verdade, a contraparte maligna de Warlock, o seu “eu” do futuro. Todavia, apesar de Magus ser um tirano que conquistara diversos mundos, ele ainda era um campeão da vida. Sendo assim, ele não tardaria a se defrontar com o campeão da morte, Thanos o Titã! Thanos e Warlock se uniram para enfrentar Magus, juntamente com Pip o Troll, e Gamora, considerada a mulher mais perigosa do Universo. Juntos, eles conseguiram destruir a linha temporal que transformaria Warlock em Magus, que desaparecera desde então.

Em seguida, Thanos começou a tramar seu novo plano: partir em busca das seis Joias do Infinito, a fim de provocar um genocídio estelar e assim, reconquistar o seu amor, a Senhora Morte, que o rejeitara após sua primeira derrota.

Foi bom ver todos os heróis do mesmo universo discutindo e conversando uns com os outros, só pensando que infelizmente foi a circunstância do Thanos estar ali que os ligou. Fantasmas do passado não muito remoto trouxe algumas figuras há muito esquecidas no próprio universo, mas que terão um papel crucial na jornada de Thanos.

Coisas aconteceram nos quadrinhos, porém, nitidamente, acontecerão coisas diferentes no universo cinematográfico. Não se tratando de spoilers, mas tivemos muitas baixas até o final do primeiro filme. Mas realmente, ao final do segundo, certamente teremos uma renovação do MCU inteiro, com tudo voltando ao normal, só que de forma nova.

Cabe a nós, reles mortais, que não temos a joia do tempo, esperar o próximo filme para saber o que será desenrolado a seguir.

Matheus Bigogno

Estudante do curso superior de Jogos Digitais. Começou como estudante de Ciência da Computação, mas sempre soube que sua vida iria envolver jogos de alguma forma. Amante de quadrinhos, principalmente a linha da Vertigo, seriados, e filmes. Ama a cultura pop, nerd, e geek. Fã de um bom Rock Progressivo, ama bandas como Pink Floyd, Genesis, Rush e Jethro Tull. Escreve em blogs desde 2010, sempre gostou do formato e de tudo que envolve essa arte. Gosta de escrever sobre tudo: a vida, o Universo e tudo mais.