Game Review: Max Payne 3

Max já não é mais o mesmo, de bar em bar, viciado em analgésicos, sem emprego, sem esperança, amargurado e desiludido. Max deixa NY e parte para São Paulo, agora trabalhando  como segurança particular de uma família de ricaços da capital paulista.

E assim começa Max Payne 3, uma festa em uma cobertura de algum prédio de luxo, no diálogo entre o protagonista e seu companheiro de trabalho Raul Passos sobre a bizarra discrepância sobre a distribuição de renda de nosso amado país ( ao lado do prédio tem a maior favela de São Paulo). Vale lembrar que apesar da trama se passar em São Paulo, os lugares não são reais, mas sim baseados em! Nomes de Clubes, estações de metrô etc.

A mecânica do jogo é simples, depois que você se acostuma com os comandos, você passa a realizar todas as ações de forma instintiva, e não podemos deixar de lado a marca registrada da franquia que é o “bullet Time”.

O gráfico é um show a parte, o cenário, os sons, a trilha sonora tudo se encaixa perfeitamente no clima do jogo, os diálogos também foram muito bem estruturados, principalmente os em português (apesar do sotaque). Um diferencial em relação aos outros jogos de tiro diz respeito às marcas de tiro que fica nos personagens, os ferimentos ficam lá, com a roupa rasgada e manchada de sangue, outro ponto forte é a quantidade de armas que Max carrega, não existe um portal mágico para carregar uma quantidade absurda de armas, existe o limite de até 3 armas, e ao usar duas armas pequenas você automaticamente descarta a arma de maior calibre dando um toque mais realista ao jogo.

 

 

Se você gosta de tiros, uma história cheia de reviravoltas, mais tiros, um ambiente caótico e já falei sobre tiros  este é seu jogo!

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